OS DETALHES CHOCANTES DA DENÚNCIA CONTRA A SOCIEDADE MINEIRA PROTETORA DOS ANIMAIS

Descuido e negligência

Jogados às baratas.

Jogados às baratas.

A sarna é um problema constante no abrigo. Falta higiene, limpeza, prevenção e tratamento, o que provoca a proliferação da doença. Há animais sadios juntos com doentes, machos com fêmeas, o que ocasiona acasalamento e procriação, principalmente no gatil, e o pior, é que as crias não sobrevivem.

Não há identificação dos gatos castrados, e animais já foram abertos para castração mais de uma vez devido a essa irresponsabilidade. Animais agressivos juntos com animais dóceis, enfim, não há triagem e critério na separação. Por falta de limpeza as doenças e parasitas se proliferam, os animais adoecem e o índice de mortalidade, principalmente dos filhotes, é absurdo.

Os funcionários passam pelos animais em estado de necessidade sem socorrê-los, sem avisar ao veterinário, sem recolher os cadáveres, sem notar que não levantam, sem notar que estão sendo degolados pelos cordões de “identificação”, sem perceber o cheiro causado pela presença de larvas (bicheira), que é bem característico.  Enfim, negligência total. Realizam a limpeza somente externa, ainda assim indevida, só jogando água, mantendo as aparências, e deixam as áreas internas em estado lastimável. A “limpeza” consiste em jogar água na parte da manhã, e num “repasse”, sendo que deveria ser realizada conforme a necessidade. Os animais desaparecem de um dia pro outro, e nunca se tem notícias ou se sabe a causa do óbito. Enquanto há muito serviço para se realizar, há intervalos na manhã e à tarde, além do horário de 2 horas de almoço. Principalmente aos sábados, quando o expediente se encerra às 15:30, antes tem o horário de almoço e antes do almoço o café da manhã. O serviço é todo realizado pelos voluntários, e fica sendo a única vez pois de 15:30 até o dia seguinte fica do jeito que os voluntários deixaram. O que acontece nos domingos não se sabe, mas pelo estado que os voluntários relataram encontrar no dia seguinte dá para imaginar.

Constantemente funcionários são encontrados dormindo pelos cantos, inclusive em canis, e em dias atípicos (domingos e feriados) a situação é ainda pior. O canil dos adolescentes está sempre com superlotação, e os animais em estado de estresse brigam até a morte. A parte interna é muito escura e não arejada. Os animais não tem lugar para dormir, não deixam que voluntários coloquem caixas em número suficientes para todos, alegam que forram o chão com papelão, mas voluntários afirmam que não. Em época de frio e chuva os animais morrem ainda mais, por ficarem expostos à friagem e imundice do chão. Nesse período do ano, o “canil” 13 é o mais prejudicado.

No gatil a negligência é maior ainda. O local mais sujo do abrigo. Os gatos não tem enfermaria, e ficam na dependência do veterinário ir até lá, o que a um tempo atrás acontecia com pouca freqüência. É perceptível que são preteridos. O índice de mortalidade é alto. São magros e muito doentes. Os filhotes todos morrem. Não eram castrados e as crias eram constantes. Nada justifica permitir com que esses animais procriem sendo que nenhuma das crias sobrevivem.  É de se impressionar essa estatística numa entidade intitulada de protetora.  A água estava sempre imunda, na ração havia larvas, os animais com fome por não comerem a ração de péssima qualidade, colocavam leite para os filhotes que nem sequer tinham altura para a vasilha, e o leite ou patê ficava fermentando por vários dias, ficava com larvas, e os gatinhos morriam pois na verdade precisavam de quem os alimentassem, e não que jogassem comida na gaiola e lá deixassem em putrefação. Os que tinham maior idade também morriam por que ficavam com fome para não comer os alimentos estragados.

 

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Animais doentes e sem tratamento. Rotina na SMPA.

 

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Animais se alimentando de cadáveres. Canibalismo.

 

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Comedouros vazios ou sujos, e cães se alimentando junto às baratas.

 

Houve um período em que uma doença (esporotricose) se espalhou pelo gatil por negligência e falta de limpeza. Mesmo avisando nenhuma providência foi tomada, e como resultado os gato foram dizimados. Os animais agonizaram (por falta de tratamento) até que a “solução” foi a eutanásia de todos. O ambiente não foi devidamente esterelizado e até hoje há animais contaminados cuja “solução” ainda é a eutanásia. Ao invés de esterilizarem o ambiente, a escolha adotada foi eutanasiar os animais, pois é mais “fácil” eutanasiar do que tratar um animal que ainda tem chances de ser salvo. Detalhe, há tratamento para a doença e quando é diagnosticada no início mais fácil é a cura. Ao invés de desinfetarem o ambiente, “limpam” os animais.

O gatil transformou-se em depósito e no período que não houve abastecimento de água os gatos foram mantidos prisioneiros para não sujarem o local já que o acesso era difícil para lavagem. O responsável por estes ambientes, funcionário Gleyson é protegido da diretoria e cometia todo tipo de desatino com a maior liberdade. Ele mantinha a parte interna do gatil fechada para facilitar seu serviço, enquanto os gatos tiveram que permanecer do lado externo durante todo o período de inverno.

No terraço estão os animais mais debilitados. São idosos, deficientes, com doenças de peles e aparência “feia”. Esses animais são esquecidos lá, não recebem tratamento adequado, são privados de visitas e de adoções. A própria veterinária Nélida, comentou que lá em cima ficam os animais cuja aparência agride os visitantes (lamentável ouvir isto), que eles são escondidos. Dentre eles há animais saudáveis e com aparência boa. Não entendemos o motivo de estarem lá. Fica claro que não existe critério preciso de separação. No período sem água, o terraço foi o ambiente mais afetado, a imundice era trágica. Como o poço não era suficiente para atender ao abrigo, como este ambiente é escondido, ficava sempre sem limpeza, principalmente aos finais de semana. A mortalidade também é alta no terraço.

O canil 13 é um corredor, onde os animais nunca resistem. Morrem praticamente todos. Os animais que chegam ficam neste canil até que sejam chipados pela prefeitura para serem distribuídos. É o menor espaço do abrigo. Superlotado e muito molhado, sempre com o chão empoçado. Não há espaço para os animais dormirem, e quando chove fica ainda pior. O chão não é forrado, a maioria dos animais fica no tempo e no chão molhado direto e não resistem. Os pelos molham, a sujeira é demais e as larvas vão atacando os animais. Como os funcionários nunca percebem nada, e os voluntários não tem tempo suficiente para visitar todos os espaços, as vezes quando encontram os animais já é tarde demais.

Os filhotes de cachorro não podiam ser doados, porque sempre morrem, então impediram a adoção para preservar a imagem da sociedade. Eles não são vacinados, não são vermifugados, o ambiente totalmente imundo, não são medicados e não podem ser doados. Todos morrem, sem exceção. Detalhe, até morrerem, sofrem muito. Estão condenados à morte, pois diante dos fatos, ainda não terem a chance de serem doados, só lhes resta morrer. Na época explicitada alhures, em que o desleixo em alguns ambientes estava ultrapassando todos os limites, o canil dos filhotes ficou durante muito tempo com um tapete acumulando sujeira e doenças. Não podiam tirar e nem lavar pois o funcionário Gleyson não deixava. O canibalismo tornou-se comum, sendo que antes este fato não acontecia. Notaram que os animais não estavam sendo alimentados, e acreditamos que começaram a comer os cadáveres por fome, principalmente porque não eram recolhidos.  O funcionário levantava os comedouros para lavar e não os descia. Era notável a fome dos animais. Sem higiene, sem tratamento, sem doação, tornou-se um ciclo vicioso cujo resultado era sempre a morte dos filhotes.

A maternidade é um dos ambientes mais difíceis de se limpar, o que significa que é onde fica mais imundo. Todos os filhotes morrem, muitas mães também. Mesmo porque são separadas das crias e nesta fase tão delicada são colocadas no canil 13 referido anteriormente. Obviamente não resistem. Os filhotes ficam em meio a imundice, moscas, larvas e muita barata. É o ambiente que tem mais baratas. A ração é dominada por baratas, e depois os animais são alimentados com ela. Que filhote resiste a tanta coisa? Sem contar que os filhotes são separados das mães antes do tempo. Se não morrem na própria maternidade morrem no canil dos filhotes.

Nos demais canis e espaços acontecem tudo isto, já inclusive foram encontrados escorpiões. Em alguns canis o índice de mortalidade é maior que os demais. Sem considerar filhotes e gatil, no canil 13 e no canil 5 os animais não sobrevivem. No canil 5, pelos sintomas dos que morrem a suspeita é de leptospirose, pois é onde mais aparecem ratos, devido ao depósito de entulhos que foi mantido por muito tempo do lado deste canil. Após retirada dos entulhos, passou a ser canil de triagem. Misturam animais com Leishmaniose, sarna e outros com aparência menos grave. Os animais com sarna nunca se curam. Não é difícil de se imaginar, pois animais com doença de pele, e privados da luz do sol realmente tem pouca chance de cura. Além do mais intoxicá-los de tanto remédio, e não extinguir a doença do plantel de nada adianta. O ambiente continua imundo e contaminado e por isso os animais não saram. É muito triste a realidade deste abrigo.

A Sociedade já abrigou cavalos, e eles também morreram por falta de cuidados. Ficavam expostos ao sol, com o bebedouro quase sempre seco, e davam ração de gato para os cavalos. Voluntários perceberam que eles estavam debilitados e avisaram a Dra. Daniela César, mas nenhuma providência foi tomada.

Associados a todos estes problemas que mais nos incomodam, pois estão diretamente relacionados ao bem dos animais, podemos citar várias questões administrativas. Feriados prolongados (períodos que mais desaparecem animais), inversão de feriados, arbitrariedade (não é o veterinário que decide eutanásia, medicamentos não ficam sob responsabilidade do profissional, falta de seriedade das rifas e promoções, falta de promoção da adoção, falta de site, falta da prestação de contas, falta de divulgação das eleições, a questão das escalas reduzidas nos fins de semana e feriados, a recusa de voluntários, enfim, podemos elencar um por um os problemas que afetam diretamente os animais e os demais problemas administrativos, porém este documento se tornaria demasiadamente extenso. Citamos alguns fatos para esboçar a grave situação da Sociedade.

 Enfermaria

Na enfermaria raramente os animais resistem. A maioria dos animais que vai para enfermaria não retorna, as vezes porque demoraram ser socorridos, ou então porque acabam adoecendo por lá. Presenciamos animais que vão para enfermaria por causa de um simples ferimento, e acabam com a pele danificada por sarna ou dermatites, os ferimentos infeccionados, enfim, o que deveria ser tratado, acaba piorando na enfermaria, devido a tanta sujeira e umidade. Lá os animais ficam por muito tempo, privados do sol e de se locomoverem, e acabam morrendo de tristeza também. Não deixam voluntários soltarem os animais nem para tomarem um pouco de sol.

Os animais ficam muito sujos, não recebem assepsia, limpeza, e ficam molhados também. Os funcionários lavam o ambiente ser retirar os animais do local, molhado todos com água contaminada. Tudo isso para não poder soltá-los. Seria tão mais fácil lavar os boxes com os animais livres. Enquanto isso eles receberiam luz/energia solar necessária para qualquer ser vivo, além do que se exercitariam. Não é possível entender porque tanta resistência em soltar os animais. Parece que se incomodam com eles circulando, ou tentar a todo custo evitar sujeira. Como se a SMPA fosse um ambiente onde a limpeza é a maior característica.

Soltar os animais, ainda que por apenas pouco tempo, faz muita diferença para eles. Além do que evitaria que estivessem em contato direto com toda a sujeira provocada enquanto os funcionários “limpam”, e não seriam molhados com aquela água completamente contaminada (sangue, fezes, urina doenças). Depois são recolocados na jaula onde vão permanecer molhados. Enfim, o local onde deveriam receber os melhores cuidados acaba por ser um dos mais tristes. Pode ser comparado a um calabouço. Ainda há que se falar em “economias” a qual os veterinários tem que se sujeitar.

O teto tem um parte da pintura solta, e é um verdadeiro ninho de baratas. Um espaço chamado de solário é uma verdadeira prisão onde são mantidos em espaço molhado, sujo e frio. Por mais que os voluntários insistam em colocar as caixas (que são mantidas estocadas) para que possam dormir protegidos e aquecidos, sempre é retirado. Não existe motivo especial, nada tem explicação, a não ser “facilitar” o serviço dos funcionários. Aliás, voluntários não são bem-vindos na enfermaria.

A limpeza da enfermaria trata-se de trocar os jornais. Os boxes estão imundos, paredes com sangue, fezes, vômitos, umidade, baratas, carrapatos, sarna e muita umidade. Um verdadeiro horror. Nunca são lavados. Menos ainda os comedouros e bebedouros, que permanecem imundos. A água fica com urina e fezes, pois o espaço é curto e às vezes os animais fazem as necessidades na água ou perto. A pessoa que se diz Coordenadora dos voluntários, Dona Márcia, ficava na enfermaria com um regador repondo a água neste recipiente imundo e contaminado, quando o certo seria retirá-los e lavá-los todos os dias.

Os funcionários dentro da enfermaria cantam, gritam e ouvem rádio. A enfermaria deveria ser um lugar de silêncio e respeito com os animais doentes. Dentro de hospitais não se vê ninguém escutando rádio alto, ou cantando e gritando. Isso durante a semana, com a presença da diretoria e do veterinário. Fica fácil imaginar o que acontece aos domingos, quando os funcionários estão sozinhos.

A enfermaria vive lotada, e os animais ficam amontoados e misturados. Até procriação já aconteceu na enfermaria. Quando percebem que a situação está insustentável, dispõem da eutanásia como solução. Não doam animais, não param de receber animais, não realizam cirurgia nos internos, a enfermaria fica lotada, voluntários não podem ajudar em nada, e a “saída” mais fácil é a eutanásia. Há relatos de várias eutanásias desnecessárias, que os próprios veterinários realizam com muita tristeza. Tentam a todo custo evitar a presença de voluntários neste ambiente. Quando percebem que os voluntários estão tendo acesso à enfermaria, acabam encontrando uma maneira de afastá-los. Só pode ser para que não percebam os abusos que acontecem neste ambiente. Nas vezes em que a presença dos voluntários passa despercebida e eles conseguem entrar na enfermaria (para isso eles tem que se fazer de cegos, surdos e mudos), basta apenas um comentário para que venha na sequencia vem uma proibição.

Num ambiente como este realmente não é de se esperar nenhuma cura. Os raros animais que se salvam são verdadeiros heróis.

Maternidade

O caso da maternidade, merece destaque devido a sujeira que sempre se encontra. Nunca foi vista limpa pelos voluntários. É um dos ambientes que dá mais trabalho de se limpar, e onde deveria existir muitos cuidados. Como por exemplo saber a que mãe pertencem os filhotes. Os filhotes crescem e começam a fugir das baias, e quando voluntários vão recolocá-los não sabem de onde são, quem são as mães, muito menos os responsáveis pelos canis, que nunca sabem de nada, qual sumiu, de que morreu, que uma cachorra comeu o filhote da outra, enfim, uma desorganização e falta de respeito pelos animais e pelas frágeis mãezinhas.

A sujeira deste canil chega a assustar, pois além da sujeira comum do lado externo do canil, dentro das baias a falta de higiene é chocante. Quanto mais filhotes significa mais imundice. Eles ficam lambuzados de urina e fezes, bem como os comedouros e bebedouros, que são os mais sujos do abrigo, pois é um espaço minúsculo que comporta uma mãe com sua ninhada. Esses comedouros nunca são lavados, a não ser pelos voluntários. Os funcionários completam a água e a ração nos recipientes sujos e contaminados. Este canil é o que apresenta mais baratas, principalmente na ração que é destinada aos filhotes. A ração fica estocada neste ambiente no próprio saco, que fica no chão ou às vezes pendurado na parede, e os insetos rastejantes predominam.

Infelizmente é mais um canil que não foge à estatística da SMPA. Todos os filhotes morrem, e a maioria das mães também. Se não morrem no próprio canil, morrem no canil 13, que é para onde são levadas após “passarem” da fase materna. O canil 13, aquele corredor sujo e úmido descrito anteriormente. É para onde vão as mãezinhas, ainda bem fragilizadas, e que lá morrem no aguardo da castração e microchipagem (triagem descrita anteriormente). Havia desconfiança, que as mães eram separadas dos filhotes, ainda em fase de amamentação. Voluntários observavam mães com as tetas com leite no canil 13 e filhotes muito pequenos, incapazes de se alimentarem sozinhos no canil dos filhotes.

O canil dos filhotes também faz parte da estatística que a morte impera. Todos os filhotes morrem. Nenhum filhote vira adolescente e muda de canil. Na maioria das vezes os filhotes da maternidade também não vão para o canil dos filhotes. A não ser nestes casos que são separados precocemente. O ciclo se encerra nos próprios canis de origem. Na SMPA o que existem são colônias temporárias de animais, rotatividade, sobrevivência, e não vida, não há continuidade, fases. Retornando o raciocínio, todos os filhotes morrem, mas esses menores, que não se alimentam sozinhos, tem sua morte acelerada. Deixou de ser somente uma observação, a partir do momento que uma veterinária comentou com um voluntário que flagrou um desses episódios, em que o funcionário Gleyson estava tirando uma mãe da maternidade, e ela foi avaliar o animal, e as tetas estavam cheias de leite.

As mães que realmente perderam seus filhotes e ainda tem leite, poderiam ser colocadas para alimentar os filhotes que estão nos canis dos filhotes que ainda estariam amamentando se tivessem mães. Mas com os devidos cuidados. Acontece que na SMPA não é possível, pois ninguém teria essa disponibilidade. O discurso é que não existe funcionário suficiente para nada, mas o que realmente existe é má-vontade.

O canil maternidade sempre causa uma sensação de abandono total, as mães são deprimidas e com um semblante muito triste, qualquer pessoa percebe. Recentemente foi encontrado uma casinha virada com a entrada para cima, e dentro estava um filhote em decomposição numa água podre e cheia de larvas, pois havia chovido e provavelmente acumulado água na casinha. O cheiro era insuportável, e ninguém notou o mau cheiro e menos ainda a cena no interior da casinha. Assim que os voluntários entraram no canil perceberam o cheiro e encontraram a causa. Chamaram a gerente/recepcionista Liliane e ela foi acompanhada da Dra. Daniela César. Comentou com os voluntários que provavelmente o funcionário Gleyson esqueceu o cadáver lá e que pelo estado estava ali pelo menos a uns 5 dias.

O que não podemos afirmar é se a casinha foi levantada com algum filhote vivo dentro, ou com um filhote que já estava morto. Essas cenas fazem parte do cotidiano da SMPA, e os voluntários ficam preocupados com estes pequenos detalhes. Como pode alguém ter levantado uma casinha e não percebido que havia um corpo dentro (não sabemos se vivo ou morto)! Como pode aquilo ter permanecido imperceptível por estes 5 dias comentado pela gerente. Como pode a gerente na maior tranquilidade explicar o fato como se estivesse tudo bem, não aconteceu nada demais. Só resta constatar que ninguém entra no canil.

Terraços

O Terraço é um espaço isolado, pelo mesmo acesso da enfermaria. Trata-se de um local onde os animais são mantidos longe da visão dos visitantes do abrigo. Estão lá os animais velhos, cegos, aleijados, com sarna, com leishmaniose, muito feridos, enfim, os animais que eles não querem que a sociedade conheça. Trata-se de um preconceito mantido pela própria entidade, que se diz protetora. Segundo eles próprios, lá estão mantidos os animais que “agridem” a visão das pessoas. A verdade é muito mais cruel. Pois neste espaço, são mantidos animais em bom estado de saúde com animais muito doentes. Como já explicitado anteriormente, não existe critério de separação, pelo menos não ao alcance de nossa compreensão. Tal como acontece na enfermaria, é um local que eles não gostam muito que seja freqüentado, e sempre que vem as determinações de proibição de entrar na enfermaria, ela se estende ao terraço também. Como é um lugar escondido, fica sendo a última opção para tudo. Então é o último a ser limpado, a ser recolocado água e comida, a ser medicado, os voluntários só devem ir lá no final de suas atividades, enfim, é um dos mais abandonados. A maioria dos voluntários nem freqüenta este espaço. É um lugar muito sujo, fica muita água empoçada, principalmente no canil do meio, é um dos locais mais tristes do abrigo, o que mais se assemelha a uma prisão. A gente sente um mal estar muito grande neste ambiente. Imagina os animais que passam a vida inteira lá. Ficam misturados fêmeas com machos, principalmente no 1° canil, vulgarmente chamado de terracinho (tudo lá tem nome). Os animais procriam constantemente, em condições para lá de precárias essas pobres mães tem que parir, pois ninguém percebe que estão prenhes. É muito descaso. O índice de mortalidade é muito grande. Devido ao estresse desses animais, brigam constantemente, e como é um lugar mais afastado, na maioria das vezes ninguém percebe e quando chegam já é tarde. Quando pretendem esconder algum animal por qualquer razão, como por exemplo de visitante insistente em adotar, eles escondem esse animal no terraço. É um local que está sempre muito sujo, pois é sempre deixado para o final. Principalmente aos sábados, os voluntários vão embora chateados, com a certeza de que o ambiente não será limpado, pois logo em seguida que deixam o abrigo eles estão em horário de “almoço”, e na sequência já é horário de encerramento do “expediente”. No período em que faltou abastecimento de água, esse ambiente foi o mais prejudicado. A imundice ultrapassou todos os limites, os voluntários narram cenas inconcebíveis. Como a preferência é sempre em limpar onde os visitantes percebem, mascarando a realidade, quando chegava a vez do terraço, onde ficam 3 canis, geralmente já era fim do “expediente” e era feito mais ou menos, ou o que, na maioria das vezes acontecia,  água era insuficiente e acabava, principalmente depois que passaram a depender do poço que fizeram. Então este canil ficava imundo até o dia seguinte e nem assim tinha a preferência da limpeza. Nem a água de beber eles se preocupavam em limpar e encher. Por diversas vezes os voluntários encontraram os bebedouros vazios e imundos. E ao invés de lavar e higienizar, eles simplesmente enchem a vasilha, ficando aquela água imunda e contaminada.

Adoções

As adoções são boicotadas por motivos diversos: alegam que animal velho não se doa, que animal antigo ou de funcionário (animal de funcionário não deveria estar no abrigo, se está lá é do abrigo, e não do funcionário) não se doa, animal deficiente e velho são escondidos no terraço, pois na Sociedade eles acreditam que a deficiência agride (assusta) aos visitantes. Isso já foi falado mais de uma vez por uma veterinária. Por falta de treinamento para atender ao público, má-vontade (passou do horário, leitor não funcionar, não foi castrado, não foi chipado, não tem exame de leishmaniose, ETC). Devido ao despreparo, má vontade principalmente, e questões burocráticas passíveis de solução, são perdidas muitas adoções.

Responsabilizam o controle da zoonoses CCZ pela dificuldade das adoções. É devido as determinações da prefeitura que os animais perdem a chance de encontrarem um lar segundo eles.

Investigando essas alegações, obtivemos através da Secretaria de Saúde que não existe um controle do poder público, mas sim um apoio, uma facilitação vantajosa para o abrigo onde são realizados serviços de castração, microchipagem e exames de leishmaniose gratuitos para os animais. Isso não impede que os animais sejam doados, pelo contrário. Sabemos que doar animal sem castração e sem exame negativo de leishmaniose é ato irresponsável e contrário às ONGS de proteção animal, mas não cabe à prefeitura essa responsabilidade. Portanto o papel da zoonozes tem sido de facilitador, não devendo ser responsabilizada por impedir adoções. A instituição deve se comprometer a realizar castrações e exames com recursos próprios (previsto no estatuto inclusive), principalmente os provenientes da taxa de abandono cobradas, promovendo as adoções, e não de lançar mão de desculpas para dificultar as adoções como tem feito.

Durante meses as adoções foram boicotadas por que o leitor de chip não funcionava e não foi cogitado a hipótese de concerto. O que dizer sobre isto?

Não compreendemos porque as pessoas que refletem melhor e tentam adotar os animais que haviam abandonado, não conseguem levar os animais de volta por mais que se esforcem. Existe relato de animal que foi deixado lá em ótimo estado de saúde, com exame de leishmaniose negativo e tudo, e que depois de arrepender-se o responsável pelo resgate do animal na rua não conseguiu retirá-lo e deram a desculpa que teriam que fazer os exames dele e a prefeitura demorava. São tão desorganizados que não adianta deixar os animais nesta entidade com recomendações ou exames, pois não existe o menor controle ou interesse em fazer prontuários e fichas individuais para os animais.

Em relação a recebimento de animais, também não existe regras claras. Ora não pode receber, ora recebe-se com o pagamento de taxas, que são variáveis. Ora até oferecem serviço de busca em domicílio. A SMPA tornou-se negócio lucrativo para todos. Quem abandona não recebe advertências, não tentam medidas legais para inibir esta prática. A taxa sempre foi um ponto delicado. A maioria das pessoas questiona. Realmente não é justo a população acreditar que existe um “depósito” de animais, um abrigo à disposição, para que possam se descartar os animais quando bem entenderem. Entidade que se mantenha de vento ou de verba pública. Mas também não é justo não reverter esta taxa para questões básicas como vacinas e ou castrações e exames. A população poderia ser educada, através de panfletos, cartilhas ou qualquer outro material. A exemplo como os disponibilizados pela prefeitura. Ao mesmo tempo que dizem que não recebem animais de “proprietários” (protetores evitam este termo) ou sem serem em estado delicado, recebem a taxa em alguns casos, e ainda buscam os animais em casa. Como assim oferecem serviço de transporte para buscar animais domiciliados, quando sabe-se que os canis estão lotados? Esse serviço é prestado pela telefonista Aline e seu marido Renato, e levam um documento para a pessoa assinar que desconhecemos o valor jurídico ou intenção.

Outra atitude questionável de aceitar, ainda mais buscando no domicílio, animais de comportamento agressivo (chamamos de animais estigmatizados), geralmente de grande porte, sendo que ao chegar na SMPA são eutanasiados. Nada justifica a prática de buscar um animal, receber a taxa, e eutanasiar este animal. Não sabemos se esta prática é de comum acordo com o proprietário, ou se este é ludibriado acreditando que o animal está sendo recebido pelo abrigo. Fato é que mesmo que seja de comum acordo com o proprietário, essa prática é inadmissível em entidade de proteção animal. Extermínio de animais é pratica de Centros de Controle de Zoonoses, não de abrigos.

Alimentação

Comida é colocada somente uma vez, quando já é tarde. É notável a fome e sede dos animais. Detalhe, bebedouros e comedouros imundos, nunca são lavados. O fato de não recolherem os cadáveres aliados à fome incentiva canibalismo, principalmente no gatil, e os animais canibais sempre falecem pois se contaminam ao comer o infectado. A ração é dominada por baratas, principalmente na maternidade. A ração velha, azeda ou encharcada de chuva não é retirada. Os comedouros ficam sujos de urina e fezes ração é colocada por cima. Frequentemente é encontrado larva nos comedouros. O leite usado para “alimentar” os filhotes azeda e continua sendo usado, fica nas vasilhas, principalmente dentro dos “boxes de tratamento” ou isolamento e não são trocados, renovados, bem como o patê que permanece até encher de larva. Na parte da manhã não é colocado alimento.

É nítido a fome dos animais. Chegam a comer fezes de tanta fome. Vale destacar, que são canis com aproximadamente 30 animais os mais vazios, e os superlotados apresentam até 50 animais. E nestes canis existe um comedouro ou um bebedouro. Seguindo o raciocínio, num espaço com este número de animais famintos, com apenas um comedouro, obviamente resultaria em briga. Os funcionários fazem a colocação (não é reposição como dizem), e saem como se nada de errado estivesse acontecendo, enquanto os animais lutam pela sobrevivência. O curioso, é que são doados comedouros e bebedouros suficientes para serem espalhados nos canis, mas ficam trancados a chave na “sala” dos funcionários do abrigo. Os voluntários que doam, fazem a colocação no dia que estão em atividade, mas quando retornam verificam que foi tudo retirado. Os vasilhames são mantidos estocados enquanto os animais brigam por comida.

Durante muito tempo foi mantido na maternidade um barril de onde se retirava água para encher os bebedouros. Essa água ficava exposta, e era contaminada por barata morta, carrapatos, penas de pomba e todo tipo de sujeira. E assim era utilizada nos bebedouros, que também ficavam imundos. Como é possível filhotes recém-nascidos tanto quanto mães num período tão delicado que é a maternidade, ter condições de sobreviverem perante tanta falta de higiene e disseminação de doenças?

Os filhotes de gato não tem ração própria. Filhotinhos tão pequenos, sem dentes, que obviamente não tem condições de comer sozinhos, ficam misturados com os adultos, e nem sequer tem uma ração apropriada para eles. Morrem todos, não existe exceção a essa triste estatística. Mesmo quando estão separados, colocam comida e água (quando colocam), que nem sequer os filhotes alcançam a altura.

Ainda com relação à alimentação, não se pode deixar de comentar sobre a campanha da Pedigree. O que se conhece é que para cada animal doado equivale a um saco de ração ganhado para a SMPA. Segundo a direção doa-se cerca de 40 animais por mês. Não é bem o que se tem visto na instituição. Primeiro pela dificuldade que as pessoas encontram em adotar os abrigados da SMPA, e segundo porque isso significaria no mínimo uma adoção por dia, e não confere com a realidade. O discurso é que se mistura a ração Pedigree às fornecidas pelo abrigo, para que todos usufruam da ração ganhada, mas o que se percebe é que a maioria dos animais não recebem dessa ração de boa qualidade e paladar.

É válido ainda citar, que a instituição parou de fornecer patê, muito utilizado para facilitar a medicação dos animais. A própria veterinária passou a levar patês, e ao tomar conhecimento outras pessoas passaram a contribuir. Talvez eles conseguissem patês por um bom preço, ainda mais comprando em grande quantidade e sendo participantes da Campanha “ADOTAR É TUDO DE BOM” da grande marca Pedigree. Mas adquirir patês deixou definitivamente de ser atribuição da SMPA.

O revoltante, é que existe número de funcionários suficiente para tornar a rotina da instituição menos triste. Existe condições para a situação melhorar, com o número de pessoas atuais. O que está faltando é boa vontade e amor pelos animais. O tempo que os funcionários ficam à toa, o horário de almoço prolongado, o número de pessoas na recepção, seria suficiente para tornar a realidade da Sociedade menos sofrida. E ainda com a colaboração dos voluntários o serviço seria otimizado.

21 opiniões sobre “OS DETALHES CHOCANTES DA DENÚNCIA CONTRA A SOCIEDADE MINEIRA PROTETORA DOS ANIMAIS

  1. Quando acho que já vi de tudo, aparece essa situação chocante. O que leva as pessoas a tamanha irresponsabilidade?

    • É isso aí nobres Defensores dos Direitos Animais !

      Está chegando a hora de mudarmos aquela terrível realidade que assombra a SMPA já alguns anos. Desta vez a denúncia está consistente e bem fundamentada, com muitas provas, testemunhas e a mídia dando cobertura ao caso ! Além disso temos o Ministério Público agindo e graças aos esforços dos denunciantes, conseguimos também contar com uma ajuda que tem sido preciosa, do Deputado Fred Costa e de sua acessoria ! No momento há uma Petição Pública que pede agilidade do Juiz responsável pelo deferimento de uma liminar que afastará a “atual diretoria” da SMPA. Peço que assinem a Petição, para que na segunda-feira próxima, se Deus quiser, o ]Juiz possa dar a decisão que finalmente começará a mudar a triste realidade da SMPA !
      segue o link da Petição Pública:

      http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N33170

      Grande abraço Deputado,

      Que São Francisco nos abençoe e abençoe os Animais.

      Lucas Braga

      • Parabéns Frente Parlamentar en Defesa dos Animais, e seu presidente Fred Costa, que e toda sua equipe pelo ativismo!!!

  2. Nossa, estou chocada com o descaso com esse animais… se o ser humano não merece viver assim, os animais muito menos… porque precisam de muito menos… é tão simples, porque tratá los assim se o lugar é para a PROTEÇAÕ DELES. Que PROTEÇÃO???? Deixá los sem comer, morrer por falta de comida, água, lugar limpo… isso é o mínimo que devem fazer.
    Vamos ter mais amor nesses corações e fazer um trabalho digno com esses seres… e não deixá los morrer, seja por doenças, falta de comida, ou a eutanásia (onde alguns profissionais são bem a favor, parecem que nem fizeram o juramento qdo se formaram de salvar vidas e não tirar vidas).
    PELO AMOR DE DEUS!!!! VAMOS MELHORAR ESSE LUGAR!!! TENHAM COMPAIXÃO DESSES ANIMAIS INDEFESOS QUE NÃO MERECEM SER TRATADOS COM ESSE DESCASO!!!
    VAMOS ATÉ AS AUTORIDADES, MOVER UMA AÇÃO BENEFICENTE PARA CUIDARMOS DESSES ANIMAIS… MANTER O LUGAR LIMPO E ASSIADO. DAR COMIDA E ÁGUA LIMPA. UM LUGAR AREJADO PARA ENTRAR AR E SOL E AO MESMO TEMPO PROTEGIDOS DA CHUVA E DO FRIO.

    VAMOS ACORDAR POVO DE MINASS!!!!

    Estou encaminhando esses dados para um site e uma revista fora do Brasil, para que todos tenham ciência desse absurdo que acontecem em um lugar que deveria PROTEGER OS ANIMAIS E NÃO DESTRUÍ-LOS COMO SE NÃO FOSSE NADA.

    • Aproveite Milaine, vá lá adote um ou dois dos animais que estão na Sociedade em precárias condições!!! Seja voluntária por 4 horas semanais! Ajude a limpar aquele ambiente e cuidar dos animais! A noite não existem voluntários lá… Obras de melhoria nas instalações também são necessárias!!! Vamos denunciar o que está errado, mas ajudar a melhorar as coisa… E lembrar que a nova diretoria assumiu somente há tres meses,,

      • Enio, vc só se esqueceu de mencionar que os atuais membros da diretoria já atuavam na entidade, por todos estes anos, apenas ocupando cargos diferentes! Exemplo disto, é o da própria atual presidente, Kênia Fonseca, que ocupava o cargo de veterinária responsável técnica da gestão anterior, e portanto, responsável por assistir à situação caótica da SMPA sem tomar providências!!!

        A última eleição foi completamente irregular, e em total desacordo com o estatuto da instituição.

        Entenda melhor a “troca de cadeiras” na SMPA e o porquê desta desculpa não ter o menor fundamento, lendo o post abaixo.

        https://defesaanimalmg.wordpress.com/2012/12/05/nepotismo-e-troca-de-cadeiras-na-smpa/#more-491

      • Caro Enio, concerteza vc deve ser uma nobre pessoa. Não se engane, não seja conivente com essas atrocidades. A SMPA já teve todas as oportunidades de ser ajudada. Não há voluntários porque não é de interesse da administração. Para de querer transformar a mentira em verdade. Maus Tratos é crime!!!

  3. Pelo amor de Deus, isso é muito triste, como podem existir seres tão inescrupulosos, os animaizinhos desse estado, o que fazem lá???? No mínimo recebem verbas das autoridades e não estão nem ai para a vida desses seres. DECEPCIONADA!!!!!

  4. Estou decepcionadíssima, mas não me surpreende! Sou jornalista e há mais de dois anos tento contato com os diretores da SMPA para ser voluntária no que tange à comunicação deles e eles nunca me atendem ou retornam. Está explicado! Não querem que saibamos a verdade! Esta carta precisa ser amplamente divulgada, o que eles estão fazendo não é proteção é ASSASSINATO!
    Vamos compartilhar isso!!!!

    • Pois é Janaina, e os Enios da vida insistem em falar sobre voluntariado. Ou é parente também, ou se beneficia de alguma forma. Afff!!!

  5. TENHAM COMPAIXÃO DESSES ANIMAIS INDEFESOS QUE NÃO MERECEM SER TRATADOS COM ESSE DESCASO. – VAMOS ACORDAR POVO DE MINAS ?!?

  6. “BASTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA…NÃO É POSSÍVEL,QUANTAS CENAS HORRIPILANTES AINDA TEREMOS QUE PRESENCIAR,PARA TOMARMOS UMA POSTURA DIANTE DESSAS CRIATURINHAS, QUE MEU DEUS,NÃO É POSSÍVEL ATÉ UM MONSTRO SE DUVIDAR TEM MAIS CORÃÇÃO DO QUE CERTOS SERES HUMANOS QUE AINDA ACHAMOS QUE SÃO OBRAS DE DEUS…NÃO É POSSÍVEL ALGUÉM TEM QUE SE MOBILIZAR PRA VALER,SEM QUERER APARECER DIANTE DA MÍDIA PRA POSAR DE “HERÓI OU BOM MOÇO”,SE REALMENTE NOS CONSIDERAMOS SERES HUMANOS,AQUELES QUE SE DIZEM FILHOS DO ALTÍSSIMO,ENTÃO VAMOS PROVAR,NÃO COM FALSA MORAL E BONS CONSTUMES,SÓ PRA INGLÊS VÊ, MAS COM ATITUDES DE VERDADEIROS SERES HUMANOS,PORQUE ALÉM DE ESTARMOS NO TOPO DA CADEIA ALIMENTAR,ALGO QUEM VEM DANDO PODERES ABSURDOS A NOSSA ESTIRPE,QUE É POR CAUSA DESTA EMPÁFIA MALDITA QUE MUITOS SE SENTEM “OS DEUSES” E COMEÇAM COM AS SUAS MALDADES E REQUINTES DE CRUELDADE,SE TEM ALGUÉM QUE TERIA QUE PENAR DESTE JEITO SERIAM OS QUE FAZEM ISSO,E O PRÓPRIO DEUS QUE CONHECEMOS,JAMAIS FARIA ISSO,E PORQUE ALGUNS SE ACHAM NO DIREITO DE PROVOCAR TANTAS DORES TANTO SOFRIMENTO,EM SERES TÃO INDEFESOS,QUE A ÚNICA COISAS QUE ELES NASCERAM SABENDO,É NOS AMAR INCONDICIONALMENTE.NÃO É A TOA,QUE MUITOS “SERES HUMANOS”NASCEM NA EXTREMA MISÉRIA,NÃO É A TOA,QUE VIVEM RELEGADOS À SOCIEDADE,PASSANDO POR TODA SORTE DE PRIVAÇÕES,NÃO É A TOA,QUE MUITOS SE ENCONTRAM ENTREVADOS EM CIMA DE UM LEITO,OU PERDEM TUDO DE UMA HORA À OUTRA…PORQUE SERÁ????…É PORQUE DEUS AMA MAIS A UM,DO QUE A OUTRO???…NÃO É PORQUE ALGUMA COISA MUITO TENEBROSA ESSAS CRIATURAS QUE SE ACHAM FILHOS DE DEUS,FIZERAM NUMA VIDA PRETÉRITA,ENTÃO…VEM PRA PAGAR,PRA SENTIR NA PELE O QUE É O SOFRIMENTO DE VERDADE,PRA VER SE NO LUGAR DA PEDRA POÇA NASCER UM CORAÇÃO VERDADEIRO,CHEIO DE AMOR E COMPAIXÃO PELO PRÓXIMO MAIS PRÓXIMO,QUE NÃO SOMOS SOMENTE NÓS CHAMADOS SERES HUMANOS E SIM ESTES SERES INDEFESOS E LEAIS QUE CHAMAMOS DE ANIMAIS IRRACIONAIS”.

    • Nao indico à ninguem que procure os serviços dessa entidade “protetora” doa animais! Uma vez levei um cachorro que encontrei na rua todo ferido para ser examinado. Um descaso só!! Dps de muita insistencia e de me comprometer a adota-lo, deixaram que o caozinho ficasse internado. Paguei uma taxa exorbitante (parece que 160,00 há 6 anos atras como cauçao) para que ele ficasse lá e fosse examinado. Voltei no outro dia e falaram que eu nao poderia vê-lo pq estava isolado. No segundo dia, me falaram que ele havia sido sacrificado pois deu leishmaniose. E mesmo assim nao me mostraram exames e nem o corpo do caozinho. E qdo perguntei se eles devolveriam parte do dinheiro que eu havia deixado, eles falaram que nao devolveriam, pois nao podiam garantir a vida do animal,era um risco que eu corria. AFF

  7. Eu espero é que os crimes reiteradamente cometidos, sejam estelionato, formação de quadrilha, exercício irregular de profissão, dano, etc, etc e as centenas de maus tratos sejam punidos de ACORDO COM A LEI..

  8. ESTOU INDIGNADA E COM MUITO ÓDIO DESSA GENTALHA….dEIXEI UM CÃO NO INÍCIO DO ANO E ME COBRARAM DUZENTOS REAIS, 1 MES DEPOIS VOLTEI LA E ME DISSERAM QUE ELE FOI ADOTADO…MENTIRA , EU ACHO QUE ELES MATAM MESMO…………………..GENTE ACORDA ,VAMOS TENTAR JUSTIÇA……

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